Sou natural de Montes Claros (Norte de Minas).
Psicóloga formada pela Universidade Federal de Uberlândia, cidade onde resido atualmente.
Pós-graduanda em Psicologia Clínica Histórico-Cultural, abordagem que estudo e com a qual construo a minha prática desde a graduação.
Se eu pudesse me definir em três palavras, seriam: curiosa, inconformada e esperançosa. São elas que continuam me conduzindo e me lembrando de que a realidade nunca se reduz a uma única possibilidade de existência.
Na Psicologia, por muito tempo imaginei seguir pela área Escolar e Educacional. A clínica se tornou uma possibilidade ao longo do caminho e, hoje, é onde me sinto feliz. Ainda assim, os espaços coletivos continuam sendo importantes para mim, como lugares de troca, formação e construção da prática.
Desde a graduação, atuo nas áreas de Psicologia Clínica e Psicologia Escolar e Educacional, em diferentes contextos e intervenções, como:
Acompanhamento Terapêutico;
Plantão Psicológico em contextos educacionais;
Mediação de grupos temáticos e reflexivos e de orientação profissional com adolescentes;
Psicoterapia Individual;
Psicoterapia de Casal;
Realização de palestras com acadêmicos, professores da rede básica, adolescentes e famílias sobre a temática da desmedicalização;
Mediação de grupo reflexivo e terapêutico com pessoas da comunidade LGBTQIAPN+.
Na psicoterapia histórico-cultural, o diálogo entre psicoterapeuta e paciente possibilita olhar para as experiências vividas considerando a história de cada pessoa, suas relações e as condições concretas em que sua vida se constrói. A partir desse encontro, buscamos compreender os sentidos que essas experiências assumem, ampliando as possibilidades de compreender a própria história e de agir sobre a realidade.
A pessoa atendida é convidada a adotar, junto a mim, uma postura curiosa sobre sua própria história e sobre as definições que constrói acerca de si, do outro e do mundo, compreendendo-as em sua dimensão histórica. Por meio de perguntas e outros recursos mediadores, vamos explorando as vivências trazidas para as sessões, os sentidos que assumem e as relações que estabelecem com diferentes momentos de sua trajetória.
A partir do acolhimento, do afeto, da reflexão crítica e da ação, psicóloga e paciente constroem, em diálogo, novas possibilidades de compreender e se relacionar com a própria história, com os outros e com a realidade.